A perda de massa muscular é um processo natural do corpo humano, mas pode ser desacelerada com escolhas certas ao longo da vida. Durante a infância, adolescência e início da fase adulta, o organismo vive um período mais anabólico, com facilidade para produzir proteínas e recuperar tecidos. Nesse momento, mesmo pequenos estímulos físicos já contribuem para manter os músculos ativos.
Com a chegada da vida adulta, essa realidade muda. O corpo passa a depender cada vez mais da rotina diária para preservar a musculatura. Alimentação equilibrada, boas noites de sono e prática frequente de atividade física deixam de ser apenas recomendações e passam a ser necessidades reais para manter a força e o equilíbrio do organismo.
A partir dos 35 anos, a síntese proteica tende a diminuir e o metabolismo fica mais suscetível ao estado catabólico, caracterizado pela redução do tecido muscular. Sem estímulos adequados, surgem sinais como perda de força, metabolismo mais lento e maior flacidez corporal. Especialistas alertam que esse processo não acontece de forma repentina, mas sim ao longo do tempo, influenciado pelo estilo de vida.
Depois dos 40 anos, cuidar da massa muscular deixa de ser apenas uma questão estética e passa a representar saúde e longevidade. O treino de força, mesmo em intensidade moderada, funciona como um estímulo anabólico importante, ajudando o corpo a preservar músculos, melhorar a funcionalidade e manter a autonomia nas atividades do dia a dia.
A mensagem é clara: construir e manter músculos significa investir em qualidade de vida. Como reforçam profissionais da área, aumentar a massa muscular não é apenas sobre aparência, mas sobre viver mais e melhor, com independência e disposição.
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