Item consolidado e presente em praticamente todos os segmentos do mercado automotivo brasileiro, o câmbio automático deixou de ser um artigo de luxo há muito tempo. Apesar das vantagens que oferece em conforto e dirigibilidade, o câmbio automático também requer manutenção periódica para garantir seu bom funcionamento e evitar falhas que podem resultar em problemas inoportunos e reparos de alto custo.
Uma das principais etapas da manutenção do câmbio está nos cuidados com o fluido de transmissão, responsável não apenas pela lubrificação, mas também pelo controle da pressão hidráulica, da temperatura e pela proteção de engrenagens e válvulas, que interferem nas trocas suaves durante a condução do veículo. Assim como o óleo do motor, o fluido de câmbio sofre desgaste ao longo do tempo, influenciado por uma série de fatores, como altas temperaturas, atrito constante e condições de uso, como trânsito intenso e longos períodos de operação.
Quando perde suas propriedades, a transmissão pode apresentar sintomas como trancos nas trocas de marcha, demora para engatar, superaquecimento, ruídos, vibrações, perda de desempenho e aumento no consumo de combustível.
“Em casos mais graves, o desgaste interno pode comprometer componentes como válvulas, conversor de torque e conjuntos internos da transmissão. Um dos erros mais comuns é esperar que os primeiros sintomas de mau funcionamento apareçam, visto que a manutenção preventiva custa muito menos do que o reparo de um câmbio danificado”, explica Danilo Silva, especialista em produtos da Motul.
Com o tempo, o fluido perde propriedades importantes, como capacidade de lubrificação, estabilidade térmica e resistência à oxidação. Alguns sinais apresentados pelo veículo não devem ser ignorados, como trancos ao trocar marchas, demora para engatar D ou R, alertas no painel de instrumentos, ruídos incomuns, vibração e perda de desempenho.
O tempo para substituição do fluido de câmbio varia de acordo com o estilo de condução, as condições de uso e as recomendações da montadora do veículo. Mas, em média, essa substituição deve ocorrer a cada 50 mil quilômetros ou três anos.
Por isso, a escolha do fluido adequado é fundamental para o bom funcionamento do câmbio automático. Além disso, alguns hábitos podem fazer diferença na vida útil da transmissão, como evitar acelerações excessivas com o veículo ainda frio, não alternar as posições da alavanca com o carro em movimento, evitar sobrecarga desnecessária e prevenir situações de superaquecimento da transmissão.
A Motul reforça que agir preventivamente é mais econômico do que esperar o surgimento de falhas. A substituição periódica do fluido correto contribui para aumentar a vida útil da transmissão, preservar a eficiência do veículo e evitar problemas mecânicos que podem comprometer a dirigibilidade e a segurança. Para encontrar o fluido adequado para cada tipo de câmbio e o distribuidor mais próximo, consulte o catálogo Motul no site oficial da empresa www.motul.com.br.
Sobre a Motul
Há mais de 170 anos no mercado mundial, a Motul é uma multinacional francesa especializada na formulação, produção e distribuição de lubrificantes e fluidos de alta tecnologia para diferentes segmentos, como carros, motos, pesados, veículos clássicos, agrícolas, náuticos e karts. A empresa também conta com a vertente MotulTech para a oferta de lubrificantes industriais.
A Motul, presente no Brasil desde 1992, tem as pistas como o seu principal laboratório para desenvolver o produto certo para cada aplicação, com apoio a grandes equipes em competições nacionais e internacionais, como Tour de France, UCI, Dakar, 24 Horas de Le Mans, FIA World Endurance Championship, MotoGP, World Superbike, MXGP, IOM TT, entre outros.
Além da rede de distribuidores Motul espalhada pelo Brasil, é possível adquirir os produtos da companhia nas lojas oficiais da marca no Mercado Livre e na Shopee.
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